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segunda-feira, 24 de maio de 2010

OBAMA HUMILHA "O CARA". OU: O FIM DO "LULA GLOBALIZADO"

Reinaldo Azevedo
quarta-feira, 19 de maio de 2010 | 6:37

Luiz Inácio Lula da Silva tornou o mundo mais seguro!

É verdade! Acreditem em mim! Não fosse a decidida, pertinaz, corajosa, ousada, fabulosa, estonteante estréia do Babalorixá de Banânia no miolo mesmo da principal questão de segurança hoje no mundo, o consenso das cinco potências para impor sanções ao Irã demoraria um pouco mais. Mas “o Cara” agiu, e os EUA decidiram calciná-lo e apressar a aprovação de sanções! Quem disse que Lula não dá uma dentro no cenário externo?

É lamentável como as elites brasileiras, em posição servil, aplaudem até as atitudes mais execráveis, quando cometidas pelos donos do mundo. Ficou claro como o dia (exceto para as elites que se deslumbram com as bugigangas da 5a avenida) que a questão do Irã não tem absolutamente nada a ver com bombas atômicas, enriquecimento de urânio ou armas de destruição em massa. Não importa quantos tratados o Irã assine. Não importa quantos inspetores da ONU fiscalizem as instalações iranianas. Não importa. O problema é o petróleo. O dólar negro. Só isso. Mais nada. Assim como inventaram as temíveis armas de destruição em massa do Iraque, agora é a vez das bombas atômicas do Irã. 

Sim, queridos, as sanções demorariam um pouco mais. Ma aí um grupo de gênios brasileiros — em que se destacam, além do próprio Grande Morubixaba, inteligências estratégicas como Samuel Pinheiro Guimarães, Celso Amorim e Marco Aurélio Garcia — decidiu que os filósofos já haviam pensado demais o mundo; era chegada a hora de transformá-lo.

Bom mesmo era o Celso Laffer, chanceler de FHC que obedientemente retirou os sapatos por ordem de um reles funcionário do aeroporto americano. Ah! Não era uma pessoa qualquer, era um americano. Aí, pooode. Pena que o funcionário não exigiu uma investigação profunda das cavidades corporais. O chanceler de FHC teria o maior prazer em ceder, afinal, são americanos. Queria ver alguém exigir que a Hillary tire os sapatos para entrar no Brasil.

Como vocês sabem, a sacada é de Karl Marx, certamente formulada num momento em que os furúnculos no traseiro lhe doíam terrivelmente. Ajeitou a sentada sobre a banda direita; incomodou; sobre a esquerda depois, continuou a incomodar. Então ele disparou aquele repto contra o pensamento. Fosse um existencialista, poderia ter escrito: “Como ser feliz com tanta dor?” Mas era um materialista dialético, né? Então se saiu com essa brutalidade!

Karl Marx? Qual é o problema desse povo? O que é que os comunistas têm com isso? Daqui a pouco os comunistas vão ser culpados até pelo resultado da mega-sena. Não agüento mais esse exército de reginas duartes com medo dos comunistas. Ô saco.

A formosura daquele pensamento atravessou a história, fez seu ninho no Itamaraty e instruiu a aventura do Grande Negociador! E Lula, então, foi ao Irã, com seu “papo pra lá de Teerã”, e negociou a paz. Seus aloprados tinham resolvido que já era hora de tomar os destinos da segurança mundial nas mãos, tanto as dianteiras como as traseiras. Deu do que deu!

Quem pediu para o Brasil se meter no assunto foi o Obama. Pena que ele e a Hillary não estejam se entendendo. Veja, digo, olhe:


“Naturalmente, não íamos entrar numa coisa desse tipo, ao contrário do que alguns pensam, levianamente. Então, sempre tivemos em conta opiniões dadas e as preocupações de vários países, sobretudo dos Estados Unidos, porque foi o presidente Obama quem primeiro pediu ao presidente Lula para se interessar sobre a questão”, disse Amorim.
Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/web/ebc-agencia-brasil/ultimasnoticias?p_p_id=56&p_p_lifecycle=0&p_p_state=maximized&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-1&p_p_col_count=1&_56_groupId=19523&_56_articleId=960512

A ironia de Obama, quando declarou o seu “Ecce homo” (”Esse é o Cara!) sobre o político mais popular da Terra, finalmente se revela. Em menos de 24 horas, os Estados Unidos e os outros quatro com assento permanente no Conselho de Segurança da ONU submeteram Lula e seus aloprados de gravata ao ridículo. Celso Amorim pode incluir mais esta derrota (ver abaixo) à sua formidável coleção de trapalhadas. Lula, o Bibelô da Nova Ordem Internacional, é, hoje, só um senhor patético, que resolveu brincar com o perigo, sem se dar conta do salseiro em que estava se metendo.

Essa eu não vou responder. Deixo que o Le Monde de hoje fale por mim:



Mais "l'homme le plus populaire du monde", selon Barack Obama, ne s'appuie pas seulement sur son charisme pour parler haut et fort. Il incarne un Brésil en pleine forme qui, après un passage à vide dû à la crise, talonne la Chine et l'Inde en termes de croissance.


Désormais, c'est le Brésil, brillamment représenté par son ministre des affaires étrangères, Celso Amorim, qui pousse le plus fort pour une conclusion des négociations du cycle de Doha. En comparaison, les Etats-Unis semblent englués dans un protectionnisme d'un autre temps.


Moins redouté que la Chine ou l'Inde, milliardaires en population, mieux considéré qu'une Russie rentière de ses matières premières, le Brésil est le véritable porte-parole de ces économies émergentes qui tirent la croissance mondiale.


Lula (65 ans) pourrait présenter sa candidature au secrétariat général de l'ONU en 2012. 


On n'a pas fini d'entendre l'ancien métallo, ami des favelas et des investisseurs. On n'a pas fini d'entendre parler d'un Brésil à l'aube de ses "trente glorieuses".

As elites, que torcem o nariz para o analfabeto ignorante e burro, podem pedir ajuda ao FHC para traduzir.


O que esperar de alguém que senta ao lado de Medvedev, uma invenção de Vladimir Putin, herdeiro das aspirações imperiais tanto da velha Rússia como da extinta União Soviética, e deita proselitismo contra, nas suas palavras, “a invasão da Rússia do Afeganistão”. Se os russos soubessem que isso, em português, está mais para o russo, certamente teriam se divertido um tanto. Aliás, em Moscou, ele já havia desenhado um plano para a paz no Oriente Médio — que incluía o… Afeganistão!!! A geografia não é um limite para o pensamento criativo! Lula já havia “atravessado o Atlântico” para chegar aos EUA…

As elites brasileiras estão tão acostumadas a enfiar o rabo entre as pernas toda vez que os donos do mundo batem o pé no chão que não conseguem admirar um ato de coragem. O Brasil, não o lula, mas O Brasil tem hoje estatura para meter o dedo na cara de qualquer país e dizer: "Você errou!" Claro que isso jamais aconteceria no tempo do Celso Laffer, o chanceler que tem medo até de funcionariozinho de alfândega.

O Babalorixá de Banânia merece o Prêmio Nobel da Paz! Como, ao tentar proteger Mahmoud Ahmadinajed, colega com quem trama a Nova Ordem Global, ele conseguiu apressar o consenso sobre as sanções, temos, então, que Lula colaborou de maneira decidida para encostar o facinoroso contra a parede.

Israel possui dúzias de bombas atômicas e promove genocídio do povo palestino. Irã não possui bombas atômicas e não comete genocídio. Quem é facínora? Ah, não basta o brazil se submeter às vontades dos poderosos, o brazil tem que paparicar os amigos dos poderosos. Quem é amigo dos americanos, é amigo do brazil. Esse complexo de vira-lata, endêmico entre as elites brasileiras, impede que enxerguem o mundo real.


Por falar em Prêmio Nobel da Paz... se não sair este ano, no próximo sai. Não estou dizendo que ele merece. Estou dizendo que vou me divertir muito!

Agora só falta aquela colunista escrever que tudo foi rigorosamente combinado com Barack Obama… Afinal, ela havia feito essa descoberta quando o presidente do Irã visitou o Brasil. Segundo asseverou então, Lula cumpria uma missão passada pelo presidente americano. No dia seguinte, Obama enviou uma carta esculhambando o governo brasileiro.


Quem pediu para o Brasil se meter no assunto foi o Obama. Pena que ele e a Hillary não estejam se entendendo. Veja, digo, olhe:

“Naturalmente, não íamos entrar numa coisa desse tipo, ao contrário do que alguns pensam, levianamente. Então, sempre tivemos em conta opiniões dadas e as preocupações de vários países, sobretudo dos Estados Unidos, porque foi o presidente Obama quem primeiro pediu ao presidente Lula para se interessar sobre a questão”, disse Amorim.


Vocês querem o quê? Lula é um clichê. Quem nunca comeu melado, quando come, se lambuza. Meu bisavô tinha outra frase, não muito elegante, que recende a certo ruralismo. Vou torná-la mais familiar: “Quem nunca viu aquele monossílabo de duas letras da anatomia humana, quando vê, pensa que o dito-cujo é uma cidade”.

Isso é verdade, mas e daí?

Já escrevi sobre a reação patética de Amorim, que pode ser definido como a menor distância entre o fígado e o cérebro. Ontem, na TV, apareceu Marco Aurélio Garcia, com esgares de insatisfação, virando os olhos — mais ou menos, suponho, como Marx naqueles momentos terríveis — a fazer ameaças: “Se os EUA optarem pelas sanções, vão se dar mal. Vão sofrer uma sanção moral e política”. A Casa Branca tremeu.  É mesmo? De quem? Deixe-me ver… Do Brasil, da Venezuela, da Bolívia, do Equador… A Turquia só está esperando alguma facilidade da União Européia para cair fora.

Os americanos aplicam sanções a Cuba há 50 anos. Não funcionou. 
Os americanos aplicaram sanções ao Iraque por 10 anos. Não funcionou. 
Os americanos aplicam sanções ao Irã... 
Peraí! Continuar fazendo a mesma coisa e esperar um resultado diferente é burrice, coisa de analfabeto. Ou não? Por que então as elites exultam e pavoneiam as sanções? Burro é o lula, ou não?

O Brasil se isola de tal maneira na questão que a embaixadora do país na ONU, Maria Viotti, abandonou ontem a reunião do Conselho de Segurança. Não aceita nem mesmo participar das discussões. Huuummm…O grupo reúne 15 países. São necessários nove votos para aprovar as sanções desde que não haja veto de nenhum dos cinco com assento permanente (EUA, Rússia, China, Grã-Bretanha e França). Com o Brasil fora do debate e sendo a Turquia co-patrocinadora do acordo, será preciso conquistar quatro adesões entre os nove países restantes: Nigéria, Bósnia-Herzegóvna, México, Uganda, Gabão, Líbano, Áustria e Japão.

Hummm... deixa ver se eu entendi. O Brasil faz parte do Conselho de Segurança da ONU. Então... nem precisava de 'autorização' do sinhôzinho Obama para negociar com o Irã, certo?

O Brasil foi pego de calças curtas. A reação abobalhada, a começar da de Lula, se deveu à fulminante reação das cinco potências. Só não me parece correto afirmar que é como se o Brasil jamais tivesse anunciando um acordo porque, reitero, Lula conseguiu, na prática, apressar o consenso  dos grandes. Rússia e China, que mais resistiam às sanções,  tiveram de escolher entra as duplas “Lula-Amorim” e “Obama-Hillary”. Imaginem a angústia…

As elites brasileiras tiveram a chance de optar entre as duplas “Lula-Amorim” e “Obama-Hillary”. O complexo de vira-lata falou mais alto. O que falta a essa gente é amor-próprio e amor-pátrio.

Resta a Lula, agora, voltar ao Brasil e transformar a sua formidável derrota num ativo eleitoral, excitando o antimericanismo rombudo. O discurso do recalcado triunfante é sempre um bom lugar para esconder uma monumental derrota.

As elites brasileiras confundem próbrasileirismo com antiamericanismo. Interessa ao Brasil manter boas relações com TODOS os países do mundo. Nós não temos US$ 1 TRILHÃO de dólares para gastar em armas de destruição em massa por ano para nossa defesa. Nós precisamos exportar nossos produtos, mesmo nos momentos em que os americanos não podem comprar. Mas as elites não se preocupam com os interesses do Brasil, afinal, o que é bom para os americanos...

Lá fora, a máscara de Lula caiu. Agora só lhe sobrou o picadeiro da política interna.

Lá fora, o Le Monde disse:


Não vamos deixar de ouvir falar sobre o ex-metalúrgico, amigo das favelas e dos investidores. Não vamos deixar de ouvir falar sobre um Brasil na aurora de seus "trinta anos gloriosos".

quinta-feira, 18 de março de 2010

Lula ofende gravemente o povo israelense

MENSAGEM:

segunda-feira, 15 de março de 2010 | 5:59

Critiquei aqui na sexta-feira uma reportagem incrivelmente idiota assinada por Adar Primor, publicada no jornal israelense Haaretz. Lula era saudado como um grande negociador, o homem que não tinha lido um
único livro na vida, mas que seria dono de uma “sabedoria suprema” e de uma “mente criativa”… O Haaretz não tinha percebido que a estupidez dita por Lula sobre a ditadura cubana e suas vítimas já tinha calcinado a imagem do “grande líder” da América Latina. O jornal percebe agora com quem estava lidando.

O brasileiro chegou neste domingo a Israel e já provocou o primeiro incidente diplomático — na verdade, uma grosseria inaceitável: nega-se a depositar flores no túmulo de Theodor Herzl, fundador do Movimento
Sionista e considerado pelos israelenses o idealizador do moderno estado judeu.

A cerimônia está prevista para terça-feira. Lula ainda tem como evitar a ofensa e a provocação. A simples menção de não participar da solenidade já foi agravo suficiente. Mas podemos e devemos esperar qualquer coisa do Itamaraty — especialmente o pior.

É claro que Lula não tem a menor idéia de quem foi Herzl. Sabe o que Celso Amorim e Marco Aurélio Garcia lhe sopram aos ouvidos. E ambos devem ter dito cobras e lagartos do sionismo, equiparando-o ao racismo etc. Pintaram Herzl como o responsável original pelos atuais conflitos no Oriente Médio. E recomendaram: “Não vá à cerimônia”.

E Lula achou uma boa idéia. Não obstante, na terça, em Ramallah, na Cisjordânia, ele pretende depositar flores no túmulo de Yasser Arafat. Goste-se ou não das idéias de Herzl, era um jornalista e um
intelectual. Não tinha as mãos sujas de sangue. Arafat explodiu muitas crianças em ônibus escolares.

O mais espantoso nessa decisão é que Lula chega a Israel dizendo-se o portador de uma nova mensagem: a da conciliação — como se outros não a tivessem tentado antes, mas vá lá… Que conciliador é este que já chega
insultando aquele que é, na prática, o principal herói nacional moderno?

A coisa é séria, é grave: na condição auto-outorgada de juiz simbólico dos conflitos no Oriente Médio, o presidente brasileiro deslegitima uma causa e uma visão de mundo sem as quais Israel não existiria. Feita essa escolha, já não pode mais se apresentar como o homem do diálogo. A ser mantida a decisão, Lula se tornará uma espécie de ídolo do anti-semitismo mundial. Daqui a pouco, como sabemos, ele vai ao Irã emprestar seu apoio e sua solidariedade a Mahmoud Ahmadinejad. E seu perfil estará ainda mais definido diante do mundo. Aquela reportagem tonta do Haaretz dizia que Lula sabia como ser amigo do Irã e de Israel. As amizades de Lula estão começando a ficar bem claras.

Algo estranho acontece Anotem aí: algo estranho está em curso. Tenho a impressão de que andaram soprando feitiçarias aos ouvidos de Lula. Há quem diga que ele poderia até ser um candidato a secretário-geral da ONU. Pré-Cuba e, a se manter a decisão, pré-Israel, era uma idéia um tanto megalômana, mas não absurda. Agora, Lula ficou do tamanho de suas escolhas. Quem, com um mínimo de responsabilidade, confiaria nele?

Não sei, não… Seus feiticeiros podem andar com idéias esquisitas. Na solenidade de fundação da tal comunidade de países da América Latina e do Caribe, Lula já desceu o sarrafo nas Nações Unidas. Uma “OEA do B”, sem EUA e Canadá, parece pouco para suas ambições. Talvez esteja sonhando é com uma “ONU do B”, um Fórum de São Paulo de alcance planetário, fazendo-se porta-voz de países e movimentos que decidiram resistir aos EUA e à Europa Ocidental.

Só uma ambição destrambelhada como essa explica a sucessão de absurdos a que Lula se dedica. Lembrem-se de que ele não compareceu à posse do “direitista” Sebastián Piñera no Chile. Lula justifica a sua posição pusilânime sobre Cuba afirmando que não quer se imiscuir nos assuntos internos do país. Sua recusa em participar da solenidade no túmulo de Herzl, se mantida, é muito mais do que uma “interferência no assunto interno de um país”. Trata-se de uma ofensa a um povo, não a um governo.

Agora o mundo já sabe. Esse é o “estadista global” de Davos.

ECCE HOMO!!!

RESPOSTA:

Lamentável.

1. Nenhum estadista põe os pés em um país estrangeiro sem saber de antemão exatamente o que vai fazer, minuto a minuto. O programa de índio, digo, a importante tarefa de presentear morto com flores não estava no programa. 

2. Nicolas Sarkosy e Sílvio Berlusconi não foram obrigados a cumprir este programa. O povo israelense não se ofendeu gravemente com isso. As relações de Israel com a França e a Itália continuam as mesmas. Fonte: http://www.nytimes.com/aponline/2010/03/16/world/AP-ML-Israel-Brazil.html?_r=1&scp=1&sq=Herzl%20&st=cse

3. O único que deu xilique por causa desta 'grave ofensa' foi Avigdor Lieberman, ministro das relações exteriores. Mais ninguém. Fonte: http://www.haaretz.com/hasen/objects/pages/PrintArticleEn.jhtml?itemNo=1156573

4. O mais importante portal de notícias israelenses em língua estrangeira colocou a 'grave ofensa' em uma minúscula nota de rodapé. A manchete deu destaque aos 80 empresários brasileiros que foram lá tratar de negócios ("É a economia, estúpido!"). Fonte: http://www.guysen.com/article_Proche-Orient-Debut-de-la-visite-historique-de-Lula-accompagne-de-80-entrepreneu_12197.html

5. O herói humanista e jornalista pacífico Theodor Herzl escreveu que a solução seria mandar os palestinos, “sem nem um tostão”, para além das fronteiras da Palestina e que o processo de remoção deveria ser realizado “de forma discreta”. Essa limpeza étnica continua até hoje. 

6. A OEA com a presença dos americanos não funciona. Quando a Colômbia atacou o Equador, os americanos fizeram de tudo para defender o seu 'terreiro particular' na América do Sul.

7. Estadista global de respeito era o FHC, cujo chanceler se submeteu a revista humilhante (tirou os sapatos e a dignidade do país) no aeroporto dos estados unidos.

Fazer o quê?