Estou vendo no canal Discovery o programa Mega Construções. Um arquiteto viaja pelo mundo mostrando as maiores obras em andamento do mundo.
O programa de hoje mostra uma usina hidrelétrica em construção no Estado do Rio de Janeiro, chamada Simplício, próxima à cidade de Sapucaia. Para evitar a inundação das cidades ribeirinhas, o curso do rio Paraíba está sendo alterado. Um desvio de 25 quilômetros de extensão com 7 túneis estão sendo escavados em uma das maiores obras de canalização depois do Canal do Panamá.
Simplício, você já ouviu falar?
“Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma.” Joseph Pulitzer
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segunda-feira, 27 de setembro de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Apagão de 2009 custará R$ 160 milhões na conta de luz
Que coisa fantástica!
A Folha de São Paulo calculou quanto custa verter água em excesso na hidrelétrica de Itaipu. Isso mesmo. Quando a produção é reduzida, a água é desviada para os vertedouros e não movimentam as turbinas. Isso tem um custo. E a Folha quer nos convencer que a culpa é da Dilma.
A pergunta que não quer calar: "Quanto custou o apagão do FHC?"
04/05/2010 - 09h33
Apagão de 2009 custará R$ 160 milhões na conta de luz
A redução da geração de energia em Itaipu, de dezembro do ano passado até agora, vai custar pelo menos R$ 160 milhões a mais na conta de luz dos brasileiros, informa reportagem de Agnaldo Brito para a Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Desde o apagão de 10 de novembro de 2009, técnicos do governo decidiram reduzir a produção de energia na usina para evitar riscos de combinações climáticas que levem o país a enfrentar novos desligamentos de igual porte.
No último apagão, nove Estados foram atingidos como parte de um efeito cascata provocado pelo desligamento da linha operada por Furnas que traz a eletricidade de Itaipu até a subestação de Itaberá (SP). Com isso, a geração de quase metade da capacidade instalada do Brasil (a outra metade é paraguaia) ficou ociosa, enquanto a água do reservatório teve de ser liberada pelos vertedouros. Água vertida nas barragens de hidrelétricas devido a problemas técnicos (como o caso) representa prejuízo ao país.
A Itaipu Binacional informa que esse prejuízo é minimizado pelo fato de que a usina estaria vertendo (liberando água pelos vertedouros, sem geração) de qualquer forma, dado o volume de chuvas no verão.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u729871.shtml
A Folha de São Paulo calculou quanto custa verter água em excesso na hidrelétrica de Itaipu. Isso mesmo. Quando a produção é reduzida, a água é desviada para os vertedouros e não movimentam as turbinas. Isso tem um custo. E a Folha quer nos convencer que a culpa é da Dilma.
A pergunta que não quer calar: "Quanto custou o apagão do FHC?"
04/05/2010 - 09h33
Apagão de 2009 custará R$ 160 milhões na conta de luz
A redução da geração de energia em Itaipu, de dezembro do ano passado até agora, vai custar pelo menos R$ 160 milhões a mais na conta de luz dos brasileiros, informa reportagem de Agnaldo Brito para a Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Desde o apagão de 10 de novembro de 2009, técnicos do governo decidiram reduzir a produção de energia na usina para evitar riscos de combinações climáticas que levem o país a enfrentar novos desligamentos de igual porte.
No último apagão, nove Estados foram atingidos como parte de um efeito cascata provocado pelo desligamento da linha operada por Furnas que traz a eletricidade de Itaipu até a subestação de Itaberá (SP). Com isso, a geração de quase metade da capacidade instalada do Brasil (a outra metade é paraguaia) ficou ociosa, enquanto a água do reservatório teve de ser liberada pelos vertedouros. Água vertida nas barragens de hidrelétricas devido a problemas técnicos (como o caso) representa prejuízo ao país.
A Itaipu Binacional informa que esse prejuízo é minimizado pelo fato de que a usina estaria vertendo (liberando água pelos vertedouros, sem geração) de qualquer forma, dado o volume de chuvas no verão.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u729871.shtml
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